quinta-feira, 30 de junho de 2011

Música ♥

Porquê?


Segundo a definição presente no dicionário da Língua Portuguesa:

amor (ô) 
(latim amor, -oris

Atendendo ao ponto nº 1, o amor induz a aproximação de duas pessoas. No entanto verifico o contrário.

s. m.
1. Sentimento que induz a aproximar, a proteger ou a conservar a pessoa pela qual se sente afeição ou atracção!; grande afeição ou afinidade forte por outra pessoa (ex.: amor filial, amor materno). = afecto! ≠ ódio, repulsa
2. Sentimento intenso de atracção! entre duas pessoas. = paixão
3. Ligação afectiva! com outrem, incluindo geralmente também uma ligação de cariz sexual (ex.: ela tem um novo amor; anda de amores com o colega). (Também usado no plural.) =caso, namoro, relacionamento, romance
4. Ser que é amado.
5. Disposição dos afectos! para querer ou fazer o bem a algo ou alguém (ex.: amor à humanidade, amor aos animais). ≠ desprezo, indiferença
6. Entusiasmo ou grande interesse por algo (ex.: amor à natureza). = paixão ≠ aversão, desinteresse, fobia, horror, ódio, repulsa
7. Coisa que é objecto! desse entusiasmo ou interesse (ex.: os livros electrónicos! são o meu amor mais recente). = paixão
8. Qualidade do que é suave ou delicado (ex.: faz isso com mais amor). = brandura, delicadeza, suavidade
9. Pessoa considerada simpática, agradável ou a quem se quer agradar (ex.: ela é um amor; vem cá, amor). = querido
10. Coisa cuja aparência é considerada positiva ou agradável (ex.: o quarto dos miúdos está um amor).
11. ...

Lembro-me de uma rapariga que estava apaixonada pelo seu melhor amigo e que lhe contou. O rapaz primeiro não revelou grande importância ao que a pobre coitada lhe tinha dito. Depois também ele acabou por se declarar. 
A princípio, ambos ficaram reticentes pois tinham medo de estar a confundir amizade com paixão e, como tal, o rapaz tomou a iniciativa de se afastar daquela que dizia ser a sua melhor amiga. 
Dia após dia via-se a tristeza daqueles dois espelhada nos seus rostos. Nenhum dizia nada apenas se olhavam até que não aguentaram mais. Caíram nos braços um do outro mas pouco tempo durou.

Muito tempo perdido com aquela separação, tempo que lhes custou uma relação que se adivinhava bonita. Ficou a amizade mas também ficou a saudade do que poderiam ter sido juntos. 

O sentimento não morreu ali como é claro. Vários encontros que não terminaram com a simples amizade mas que começavam sempre com essa dita cuja.


Será que fugir do que sentimos trará mais felicidade? Sei que por vezes é a saída mais fácil. Custa dar o braço a torcer quando queremos ir contra tudo e todos mas compensará?
É tão lindo quando se passa na rua e se vê um casal pombinhos, eles é que estão felizes por estão lado a lado. Arriscaram um no outro e o resultado não poderia ser melhor.

Eu fujo ao que sinto? Fujo.
Porque fujo? Não sei e gostava que me explicassem.  Sou tão corajosa para umas coisas e tão medricas para outras. 
  
Gostava de chegar à tua beira e, sem rodeios, dizer: sabes, gosto de ti!, e talvez ficássemos juntos ou talvez te perderia da única forma que te tenho: (como) amigo! 
 
M.

Gostos...


Se eu tivesse uma câmara daquelas, tenho a certeza que tirava magníficas fotografias.

P.

Summer dream


Um dia quero adormecer debaixo de um céu destes e com esta magnífica vista em frente aos meus olhos.
Adoro, quando vou passear para Trás-os-montes e vou a sítios completamente desertos com umas dez casinhas muito rurais e velhas, rodeadas de árvores, montes imensos, verdes, frescos, adoro, simplesmente adoro. Ás vezes costumo ir a sítios bem altos ou mesmo subir esses montes e apreciar aquela beleza tão natural que só o Norte tem, aquele vento quente de verão a bater-me na cara, aquele cheirinho a natureza e aquela paz que aquelas aldeias mais isoladas nos dão. Secalhar não deve ser tão mau viver nessas aldeias tão longe de tudo, de toda a cidade, todas as oportunidades, tecnologias, centros comerciais, fábricas etc. Difícil deve ser viver num sítio onde não haja um pôr-do-sol tão harmonioso, onde não seja possível ver muitas estrelas cadentes, onde a luz seja tanta que não se conseguia ver as estrelas brilhar, dificil é não ter um céu para abraçar.

P.


Psicologia do amor (2)

Jennifer lopez e Alex O'Loughlin in The Back up plan.

E a propósito deste filme, que já o vi umas centenas de vezes. O amor até no meio dos queijos acontece...
Somos pessoas tão complicadas no que toca ao amor, não todos, mas em geral somos. Eu por exemplo tenho uma dificuldade imensa de me relacionar bem com um rapaz, é claro que tenho os meus amigos, mas rapazes só mesmo os grandes amigos, sempre que me "dou" de mais a alguém, esse mesmo alguém abusa da minha pessoa..
Somos tão complicados, pois nem sempre dizemos o que sentimos, e porquê que o fazemos?! Temos uma nuvem escura por cima das nossas cabeças , o medo nos atraiço-a, o medo de errar de não conseguir. Somos inseguros , não todos, mas eu sou, não acredito muito nas minhas capacidades seja no que for. Ás vezes, uma força inconturnável apodera-se de mim e eu ganho coragem e optimismo para fazer seja o que for.
Somos tão complicados que por vezes dizemos que a outra pessoa é que é. Neste filme a Zoe (Jennifer Lopez) deseja imenso ter um filho mas, não de um simples homem por quem se apaixone, segundo ela ainda não encontrou o "tal", a verdade é que não existe um "tal", um homem perfeito aos olhos de todos, existe um - que por sinal, demora imenso a aparecer - que é perfeito aos nossos olhos. A verdade é que a Zoe acaba por encontrar esse "tal" só depois de já ter feito a inseminação e no final, no final ela acaba com duas gémeas ruivas, fruto da inseminação, e grávida do "tal" . A vida é imprevisível.

P.

"... e um dia vou tirar uma foto assim!"


Eu, tu e o Sol !