sexta-feira, 25 de julho de 2014

Um dia vou tirar uma foto assim!


Quando eu tiver daquelas máquinas fotográficas maravilhosas, com uma objectiva espectacular! 
Ou então, as minha caras amigas que anda a formar-se em fotografia e cinema façam uma sessão fotográfica comigo, ãh? Nem era de todo mal pensado. Quando esse dia chegar acordem-me...

é desta!


Acho que é desta... Acho que finalmente vou ganhar coragem para comprar um chapéu. Vai dar-me na cabeça e eu vou comprar e vou andar com ele. E logo eu que gosto tanto de chapéus... Eu sei, é estúpido. Como é que uma pessoa que gosta de chapéus não tem rigorosamente nenhum?! É, eu sou uma pessoa estranha.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

NOS Alive 2014!

(just that close!)

Pois bem, já deveria ter antecipado este post, até porque o festival já foi à sensivelmente três semanas mas... 
Eu e uma amiga minha aventuramos-nos a ir a um festival pela primeira vez. Primeiro de muitos espero. Com isto tudo, ainda conheci uma amiga que conheci no blog. Ao fim de tanto tempo lá nos encontramos, visto ela ser de Lisboa e eu do Porto. Levou-nos a conhecer um pouco de Lisboa entre o Chiado e Belém. Confesso que para quem não achava piada a Lisboa até me surpreendeu. Gostei especialmente da zona de Belém, com jardins e o rio Tejo por perto. 
Chegamos pouco antes das 18h ao recinto. Um mar de gente para entrar. Tive imensa pena de não conseguir um chapéu e, só eu sei o quanto gosto de chapéus... mas era tanta coisa para ver e nem tudo vi. Ainda encontrei mais umas pessoas que também conheci através do blogue. Foi quase como um mini, mini meeting de bloguers.
No concerto de Ben Howard conheci uns açorianos incríveis, com aquele sotaque também por si só incrível, que estavam ao nosso lado com a bandeira dos Açores. Adorei o concerto de Temples, banda que ouvi falar mas muito pouco. Apesar de não ter visto o concerto desde o início, eles tinham um som incrível! Depois, The Lumineers, concerto que também não assisti na íntegra, o momento alto foi quando cantaram "Stubborn Love" música que nunca me disse muito, mas naquele momento quase que me resgatou... A M. adora essa música e fiz questão de a gravar! Os Lumineers, são aquela típica banda que se ouve bem a ver o pôr-do-sol na praia ou numa noite quente de verão.
Posso vos dizer que o concerto do dia foi, sem sombra de dúvidas, Imagine Dragons! Rebentaram com aquilo, eles têm uma energia que só visto, um power, uma interacção com o público fenomenal! Adorei, foi fantástico! Talvez dos concertos da minha vida até hoje. Por fim, chegaram os tão esperados Arctic Monkeys, que a meu ver deixaram muito a desejar... O Alex é fenomenal com a guitarra, aquele som é fantástico mas, faltou-lhes muita interacção com o público, acho que se limitaram um pouco a cantar as músicas e vamos embora. Estava completamente cheio o recinto! Eu que estava bastante à frente decidi-me a, ao fim de umas 4 músicas, vir mais para trás. E cá no fundo é que se vibrava com as músicas. Tudo a dançar, a beber e a rir. Incrível!
Vim logo de madrugada embora para o Porto. Gostava de ter ido os três dias mas, para o ano há mais e, vou fazer os possíveis para no próximo verão lá estar e conhecer mais um pouco de Lisboa e arredores.


quarta-feira, 23 de julho de 2014

Damn...



Isto acontece quando eu tenho plena noção que já me lixei à grande. Quando tu queres dizer um montão de coisas sem motivo aparente, só porque te conforta, só para dar um pouco mais de carinho. Tens o feedback e pensas " bela m*rda mais valia fazer o mesmo de sempre."
Devia estar mais consciente da diferença de sentimentos. P - 0 Consciência - 1 .

Pessoa.


Pergunto-me hoje se será que todas as pessoas do mundo precisam realmente de um outro alguém? Se precisam ser amadas por um outro para além da família e amigos?
Há uma pessoa, que conheci há alguns anos que me deu a resposta. Sim. Há pessoas que não sentem essa necessidade de serem amados daquela maneira que é diferente em cada um de nós. Talvez porque já sofreram por amor e viram que realmente não vale a pena, ou porque a vida é curta demais para se "perder" tempo com "marquises", ou porque não têm essa capacidade, por medo da felicidade alucinante, da perda da noção do tempo, pelas saudades, pelos olhares trocados no meio da multidão, ou, pelo simples facto da adrenalina. Talvez seja isso, talvez não...
Há uma pessoa, que conheci à alguns anos, me ensinou que amar é fodido! E à que chamar as coisas pelo nome. Ensinou-me também que há pessoas com medo das palavras, medo de arriscar, medo de não ter explicação. Basicamente com medo de amar e, eu sempre lhe disse e, julgo que lhe ensinei, que quem não arrisca não petisca. Neste jogo do amor há que arriscar mesmo que pareça nunca ser possível, arranja-se sempre um jeito. Por isso, pessoa, desse jeito vais perde-la. Quem te avisa teu amigo é e, eu desde o início que o sou.

sábado, 19 de julho de 2014