terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Eu no mundo.

Há sempre alturas na vida em que ninguém repara em nós, pelo menos falo por mim. Passa-se imenso tempo e chega uma outra altura em que alguém repara que eu também existo no mundo. Anda-se ali num vai e num vai, fica algo subentendido, por dizer.
Quando sinto que estou bem, que não preciso de mais atenção pela parte de um outro alguém, decide aparecer um outro qualquer, ou outros, que se lembram que afinal existo no mundo também. Na minha cabeça gera-se uma confusão, um estado de irritabilidade por isto sempre acontecer assim. É quase um ciclo vicioso. Não gosto que isto me aconteça. Supostamente quando quero atenção deveria aparecer somente um alguém não precisava de mais, e depois quando voltasse ao estádio de "solidão momentânea" aparecia outro ou até nenhum. Teimam em tirar-me a estabilidade...
Quando sinto que estou bem, que não preciso de mais atenção pela parte de um outro alguém, decide aparecer um outro qualquer, ou outros, que se lembram que afinal existo no mundo também. Na minha cabeça gera-se uma confusão, um estado de irritabilidade por isto sempre acontecer assim. É quase um ciclo vicioso. Não gosto que isto me aconteça. Supostamente quando quero atenção deveria aparecer somente um alguém não precisava de mais, e depois quando voltasse ao estádio de "solidão momentânea" aparecia outro ou até nenhum. Teimam em tirar-me a estabilidade...
Nerd à vista
Diálogos como este são tão comuns no meu dia a a dia. Agora, entre amigas, tentamos aplicar aquilo que vamos aprendendo nas aulas de Anatomia e Fisiologia.
"Estou com dores na sutura sagital."
sábado, 23 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Memórias
Algures na nossa infância há alguém que, por alguma razão, não somos capazes de esquecer.
Esta faz tanto sentido como 2+2=4. Tenho um amigo, bem não lhe posso chamar de amigo, que já não vejo há cerca de uma década, no entanto, às vezes lembro-me dele. Recordo-me das nossas brincadeiras ingénuas pela escola, da voz de criança que ele tinha e da letra que tinha e que era causa de sermões constantes. Não sei porque razão isto acontece. Simplesmente, nunca me esqueci dele.
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