sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Memórias


Algures na nossa infância há alguém que, por alguma razão, não somos capazes de esquecer. 
Esta faz tanto sentido como 2+2=4. Tenho um amigo, bem não lhe posso chamar de amigo, que já não vejo há cerca de uma década, no entanto, às vezes lembro-me dele. Recordo-me das nossas brincadeiras ingénuas pela escola, da voz de criança que ele tinha e da letra que tinha e que era causa de sermões constantes. Não sei porque razão isto acontece. Simplesmente, nunca me esqueci dele.

1 comentário:

Pipo Santos disse...

Mesmo, também já pensei nisso! *